Digimon Pendulum 3: Nightmare Soldiers

デジモンペンデュラム 3.0 ナイトメアソルジャーズ

Um dispositivo eletrónico que representa o terceiro capítulo da série Pendulum de animais de estimação virtuais Digimon. Esta linha introduziu o sensor de agitação, elemento crucial para o treino e a evolução das criaturas.

Descrição

O Digimon Pendulum 3: Nightmare Soldiers, lançado originalmente no Japão em março de 1999, introduziu a linhagem Nightmare Soldiers, focada em criaturas góticas, virais e mortas-vivas. Esta versão destaca Bakumon e Candmon como as suas formas Child (Rookie) principais, sendo amplamente reconhecida pela estreia de personagens icónicos de temática sombria, como Wizardmon, LadyDevimon e o nível Ultimate, Piemon.

Os dispositivos Pendulum utilizam um sensor de movimento “Pendulum” inovador, uma atualização mecânica significativa em relação à série original. Ao contrário dos modelos anteriores, o treino exige uma mecânica física de “agitação” para determinar o sucesso de um ataque, sendo necessários diferentes “Shake Counts” para desbloquear “Mega Hits” específicos para cada Digimon. Para atingir o estágio evolutivo mais elevado — o nível Ultimate (Mega) — os colecionadores devem recorrer à funcionalidade “Jogress” (DNA Digivolution), conectando o dispositivo a outro Pendulum compatível, um sistema que alterou permanentemente as estratégias de jogo para os entusiastas de animais de estimação virtuais.

A sua Variante Bandai HK

Este exemplar do Digimon Pendulum 3 é a variante oficial de exportação “Asian-English”, distribuída pela Bandai Hong Kong para os mercados do Leste Asiático e Austrália. Esta edição distingue-se das versões ocidentais comercializadas na América do Norte e na Europa, incluindo um manual bilingue em Inglês e Chinês Tradicional.

Ficha técnica

Nome do item
  • Digimon Pendulum 3: Nightmare Soldiers
Nome original
  • デジモンペンデュラム 3.0 ナイトメアソルジャーズ
Número do item
  • 4902425764863
Série
Classe
Características
Território
Embalagem
Documentação
Fabricante
Distribuidor
Jogadores
Data de lançamento
Data de adição
  • 30 de março de 2002