Final Fantasy Tactics Advance

ファイナルファンタジータクティクス アドバンス

Um RPG tático ambientado no mundo de Ivalice, onde um grupo de crianças transportadas para um reino mágico deve gerir batalhas de clãs, leis rigorosas e escolhas pessoais, enquanto oscilam entre a vontade de permanecer na fantasia ou regressar à realidade.

Descrição

Final Fantasy Tactics Advance adapta o complexo sistema tático do seu antecessor da PlayStation para o formato portátil, oferecendo combates por turnos em grelhas isométricas. A narrativa desenrola-se na cidade de St. Ivalice, onde Marche, Mewt, Ritz e Doned descobrem um livro misterioso que transmuta o seu mundo num reino de fantasia. Marche, assumindo o papel de um herói relutante, procura desfazer a transformação e regressar à realidade, enquanto os seus amigos resistem, encontrando refúgio ou empoderamento neste novo mundo. Esta tensão entre o escapismo e a aceitação da realidade constitui o núcleo emocional da obra. A estrutura do jogo centra-se na formação e gestão de um clã. Os jogadores recrutam membros de múltiplas raças, atribuindo-lhes profissões que definem as suas capacidades. O sistema de ‘jobs’ é fundamental, com mais de trinta classes que variam entre papéis tradicionais de Final Fantasy, como Black Mage e White Mage, e opções distintas como Assassin, Gadgeteer e Morpher. As habilidades são aprendidas ao equipar armas e armaduras, incentivando a experimentação e o planeamento a longo prazo à medida que as personagens evoluem para especialistas versáteis. Os combates são vigiados por Juízes, que impõem leis que variam a cada confronto. Estas leis restringem ou proíbem ações específicas — como o uso de magia de fogo ou determinados tipos de armas — e a sua violação resulta em penalizações, incluindo a prisão. Por outro lado, o cumprimento das leis confere Judge Points, um recurso essencial para ativar habilidades especiais e invocações. Este sistema introduz um elemento de imprevisibilidade que obriga os jogadores a adaptar as suas estratégias a condições mutáveis. A progressão é baseada em missões, aceites em tabernas espalhadas pelo mapa. As missões vão desde combates cruciais para a narrativa a encontros opcionais, destacamentos e escaramuças entre clãs. A estrutura aberta permite aos jogadores explorar conteúdos secundários, construindo a reputação do clã e desbloqueando equipamentos e profissões raras. O próprio mapa do mundo é construído pelo jogador, que coloca novas localizações à medida que as descobre, moldando subtilmente a geografia de Ivalice. A apresentação combina sprites isométricos detalhados com ambientes de cores vibrantes, acompanhados por uma banda sonora liderada por Hitoshi Sakimoto, que mistura temas marciais com motivos fantásticos. O tom é mais leve do que o do Final Fantasy Tactics original, refletindo o elenco mais jovem e o público da consola portátil, sem abdicar de momentos de ambiguidade moral e conflito pessoal. A receção foi muito positiva, com elogios à sua profundidade, valor de repetição e à flexibilidade do sistema de classes. Embora tenha existido alguma crítica focada na natureza restritiva do sistema de leis e numa narrativa mais suave comparada com o seu antecessor, o jogo é amplamente reconhecido como um marco dos RPG táticos em portáteis. O seu sucesso conduziu a uma sequela direta, Final Fantasy Tactics A2: Grimoire of the Rift, e consolidou o cenário de Ivalice como um palco recorrente na série Final Fantasy. Em retrospetiva, Final Fantasy Tactics Advance serviu simultaneamente como uma porta de entrada acessível para novatos no género e como uma experiência robusta e repetível para veteranos, equilibrando a experimentação mecânica com uma história que explora o fascínio e o custo de viver num mundo de sonho.

Ficha técnica

Nome do item
  • Final Fantasy Tactics Advance
Nome original
  • ファイナルファンタジータクティクス アドバンス
Código do item
  • AGB-AFXJ-JPN
Número do item
  • 4961012023011
Série
Tipo
Género
Região
Território
Embalagem
Documentação
Desenvolvedor
Editor
Mídia
Jogadores
Periféricos
Preço de lançamento
  • 5 800 JP¥
Data de lançamento
Data de adição
  • 23 de dezembro de 2003