Tom Clancy’s Splinter Cell: Blacklist
Um título de ação furtiva flexível, com missões que permitem evitar confrontos, eliminar alvos de forma não letal ou optar pelo combate direto. A versão Wii U aproveita o ecrã tátil para a gestão de inventário e equipamentos de vigilância.
Descrição
Tom Clancy’s Splinter Cell: Blacklist acompanha o agente secreto Sam Fisher após uma organização terrorista, conhecida como Engineers, iniciar uma série de ataques crescentes contra interesses americanos. Operando a partir da aeronave Paladin como comandante da recém-formada Fourth Echelon, Sam viaja por locais no Médio Oriente, Europa, Grã-Bretanha e Estados Unidos para identificar os líderes da organização e impedir novas ameaças. O título preserva as personagens e eventos da série, embora o novo visual e a mudança de dobrador de Sam tenham sido alvo de debate entre os veteranos. A jogabilidade assenta em três pilares: o modo Ghost, que recompensa a furtividade absoluta; o modo Panther, focado em eliminações silenciosas e letais; e o modo Assault, que privilegia o confronto direto e o uso de força bruta. As mecânicas de escalada, cobertura, gestão de luzes e a marcação e execução de alvos em sucessão rápida regressam, acompanhadas por um arsenal de gadgets como câmaras adesivas, gás sonífero, câmara serpente, óculos de sonar e o drone tri-rotor. Os fundos ganhos nas missões financiam a aquisição de armamento, equipamento e melhorias para o Paladin, enquanto missões secundárias expandem a campanha com objetivos de sobrevivência, infiltração e cooperação. O icónico modo Spies versus Mercs coloca espiões ágeis em terceira pessoa contra mercenários armados em primeira pessoa; contudo, esta edição para a Wii U omite o modo cooperativo local em ecrã dividido presente noutras plataformas. Apesar desta lacuna, o Wii U GamePad destaca-se ao exibir o equipamento de Sam e permitir a seleção direta de armas e gadgets sem recorrer a menus convencionais. O ecrã é também fulcral para o uso da câmara serpente, câmaras adesivas e do drone tri-rotor, com controlos por movimento que permitem visar ou pilotar dispositivos com precisão. Estas funcionalidades adaptam-se com naturalidade ao tema de vigilância do jogo, tirando um partido inteligente do hardware. A receção foi positiva, destacando a liberdade de abordagem, o design de níveis robusto e a combinação entre a furtividade clássica e a fluidez de movimentos introduzida em Splinter Cell: Conviction. As críticas focaram-se na narrativa previsível, no tratamento simplista da cronologia da série e em momentos de pressão que forçam a ação. Embora a versão Wii U seja tecnicamente inferior, a integração do GamePad é cuidada, proporcionando um acesso ágil ao equipamento e às ferramentas de vigilância.
Ficha técnica
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