The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom
ゼルダのUm jogo de ação e aventura que dá continuidade à saga de Link após a derrota de Calamity Ganon, com o regresso de Ganondorf como antagonista principal. Explora o design de mundo aberto de Breath of the Wild ao introduzir mecânicas de construção, exploração vertical e um tom narrativo mais sombrio.
Incluído no Conjunto
Descrição
Tears of the Kingdom iniciou o seu desenvolvimento como uma expansão para Breath of the Wild antes de evoluir para uma sequela de pleno direito. A narrativa começa com Link e Zelda a explorar ruínas sob o Castelo de Hyrule, onde se deparam com o corpo mumificado de Ganondorf. O seu despertar estilhaça a Master Sword, corrompe o braço de Link e desencadeia o Cataclismo, um evento que fragmenta Hyrule e ergue ilhas nos céus. Zelda desaparece, e cabe a Link dominar os novos poderes concedidos pela misteriosa tecnologia Zonai para restaurar o equilíbrio.
Visualmente, Tears of the Kingdom mantém a estética do seu antecessor, mas eleva a escala e a verticalidade a novos patamares. O mundo de Breath of the Wild surge aqui expandido em três camadas interligadas: a superfície, remodelada pelo Cataclismo com nova geografia e povoações; as Ilhas Celestes, massas de terra flutuantes repletas de quebra-cabeças, santuários e dispositivos Zonai; e as Profundezas, um vasto reino subterrâneo envolto em escuridão, onde a gestão de recursos como as Brightbloom Seeds é vital para a sobrevivência.
As inovações na jogabilidade definem esta sequela. A Ultrahand permite manipular e combinar objetos, possibilitando a criação de veículos, pontes ou armas improvisadas. O Fuse permite fundir materiais a armas e escudos para aumentar a durabilidade e o potencial criativo. O Ascend possibilita uma travessia vertical ao atravessar tetos, enquanto o Recall inverte o movimento temporal de objetos. Estas mecânicas convidam à experimentação constante, tornando o combate e a exploração extremamente versáteis. Embora mantenha elementos familiares como santuários e sementes Korok, o jogo expande as masmorras para templos temáticos integrados em narrativas regionais. Os bosses são mais complexos e as personagens de apoio acompanham ocasionalmente Link em combate. Os sistemas de construção, inspirados pela engenhosidade da comunidade no título anterior, tornaram-se o pilar central, permitindo que cada desafio seja superado de formas distintas.
A receção foi amplamente positiva. De forma sucinta, este título é uma lição de como pegar num jogo amplamente aclamado como um dos melhores de sempre e expandi-lo em praticamente todos os aspetos. O sucesso comercial foi um fenómeno, atingindo mais de 10 milhões de cópias vendidas nos primeiros três dias. Em março de 2025, o título superou os 21 milhões de unidades, posicionando-se como um dos jogos mais vendidos da Switch. Tears of the Kingdom é reconhecido como um marco no design de mundo aberto, influenciando não apenas a série Zelda, mas todo o género. O seu foco na criatividade, exploração estratificada e liberdade sistémica consolidou-o como um dos jogos definidores da década.
Ficha técnica
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